ATÉ AGORA, QUATRO ACESSOS TIVERAM JUSTIFICATIVAS
Em alguns casos, o próprio tucano teria pedido informações
Em
apenas quatro dos acessos aos dados de Eduardo Jorge, os órgãos onde os
terminais foram usados deram explicações. Em relação à primeira consulta, por
exemplo, ocorrida em
Já
no episódio de
Em
relação ao dia 16 de outubro, os dados do tucano foram consultados de um
computador da PF. Nesse caso, a instituição informa que a consulta ocorreu para
se descobrir o endereço e o telefone do contribuinte, que prestaria depoimento
no mês seguinte.
Sobre
o acesso ocorrido no dia 20 de outubro, no terminal do Ministério Público no
Distrito Federal e Territórios, o órgão informa que fez o acesso para responder
a requerimento do próprio Eduardo Jorge.
Sem
explicação ainda estão, entre outros: o acesso do dia 3 de abril, quando o CPF
de Eduardo Jorge foi acessado de um terminal da Divisão de Tecnologia da
Informação (Ditec) da Receita, em Brasília. No dia 7, houve outro acesso de um
terminal do Fisco. Quatro dias mais tarde, os dados foram consultados de um
terminal do MP no Distrito Federal, que não se pronunciou sobre os motivos do
acesso.
Jornal: O GLOBO Autor:
Editoria: O País Tamanho: 278 palavras
Edição: 1 Página: 9
Coluna: Seção:
Caderno: Primeiro
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